Desfile prêt-à-porter
outono-inverno 2017-18

3 de março de 2017 - Paris - 14h30 (GMT+01)

“Entre todas as cores, apenas o azul marinho pode rivalizar com o preto e apresentar as mesmas vantagens”, escreveu Christian Dior em seu Petit Dictionnaire de la Mode. Maria Grazia Chiuri, Diretora Artística das coleções femininas da Dior, reativou os diferentes códigos do patrimônio da Maison com um toque de transgressão, sem fetichismo ou nostalgia: em sua coleção de prêt-à-porter Outono-Inverno 2017-2018, ela explora esta cor que Monsieur Dior tanto gostava.

O azul é a cor da pintura do século XX, que deu profundidade e emoção a obras de artistas como Pablo Picasso, Joan Miró, Paul Cézanne ou Marc Chagall.

A coleção é uma sequência de peças que permitem reconectar emoções, sentimentos e lembranças. Inspirada pelo amplo capuz das túnicas dos pastores, Maria Grazia Chiuri reinterpreta a ideia do conjunto Chevrier, da coleção de Alta Costura Outono-Inverno 1949, em uma série de casacos, saias, vestidos, capas, paletós e pequenas jaquetas bomber, e revisita a extravagância dos antigos capuzes com uma atitude contemporânea mais esportiva, usando os materiais de forma transgressiva: tafetás, veludos, motivos chevrons em revestimentos, malha. O azul, símbolo cromático do poder, da beleza e da espiritualidade, circula entre as peças no gender e a expressão das diferenças. Posiciona-se entre a natureza e a cultura, sendo a cor do espírito, do contato com o infinito, dentro e fora de nós. O elo começa com o mistério da lua, dos cometas e dos planetas que explodem sobre os opulentos vestidos de festa em veludo, ou sobre o tule em degradê que se funde com o azul acinzentado das flores-de-lis bordadas. O azul fascina por sua ressonância emotiva, mas também por seu traço social. Possui uma verdadeira transversalidade em relação aos sexos, às idades e às classes sociais.

Diversamente do símbolo da Nossa Senhora ou dos reis da França, o azul é também a cor da roupa de trabalho: a workwear. O azul das calças largas, das blusas e das camisas desbotadas, que conferem uma nova identidade à história da cor na Maison.

Maria Grazia Chiuri mergulhou na complexidade desta cor, com a cumplicidade do blues e de seus grandes intérpretes, como Nina Simone e seu Blue Prelude, referência à feminilidade desta cor que une, em um movimento contínuo, a profundeza do mar ao infinito da abóbada celeste.

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