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07 Agosto
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Estilo punk

Referência ao universo punk de Raymond Pettibon, a assinatura Dior, revisitada pelo artista, marca os acessórios da coleção Inverno 2019-2020 da Maison. Enérgico e espontâneo, seu traço ganha vida em um precioso broche em latão dourado realçado com cristais, elaborado por Yoon Ahn. Outras joias são ornamentadas com as iniciais de Christian Dior, e a emblemática bolsa Saddle, reinterpretada em uma versão masculina por Kim Jones, é revestida com o icônico tecido Dior Oblique.

02 Agosto
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Dançar a utopia

Maria Grazia Chiuri elaborou os figurinos do ballet Utopia, coreografado por Sébastien Bertaud, da Ópera Nacional de Paris, e apresentado no festival Origen, na Suíça. Um espetáculo excepcional, dedicado à ópera, aos ballets contemporâneos e às grandes utopias do mundo, com uma cenografia — uma torre de 30 metros de altura inteiramente vermelha — que parece ter saído de um quadro surrealista de Giorgio De Chirico. Uma união com a natureza sublimada pelas criações da Diretora Artística, que podem ser descobertas aqui.

02 Agosto
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Utopia transformada em realidade

Assim como Christian Dior, Maria Grazia Chiuri nutre uma paixão pelas artes e pela dança. Para Utopia, ballet contemporâneo assinado por Sébastien Bertaud da Ópera Nacional de Paris, ela elaborou os figurinos de seis bailarinos, revelados durante o extraordinário festival Origen, na Suíça, a mais de 2.000 metros de altitude.

O desfile da coleção prêt-à-porter Primavera-Verão 2019 da Diretora Artística das coleções femininas da Dior celebrou a dança e suas pioneiras, e reuniu em um mesmo espaço modelos e bailarinas. Em março passado, em Roma, sua cidade natal, Maria Grazia Chiuri retomou esse fascínio e criou os figurinos de Nuit Blanche de Sébastien Bertaud — da Ópera Nacional de Paris — com música do compositor Philip Glass.

Dando continuidade a este cativante diálogo estético com o coreógrafo francês, ela elaborou os figurinos de Utopia. Interpretado por seis bailarinos da Ópera Nacional de Paris, este ballet evoca a história do vilarejo de Monte Verità (Monte da Verdade), fundado em 1900 às margens do Lago Maior por um grupo de escritores, filósofos e artistas. Sublimada pelas músicas futuristas eletrônicas do inglês Jon Hopkins, essa criação explora as fronteiras entre mito e realidade, corpo e espírito, sombra e luz.

Para esse ballet inédito, nova simbiose das artes, os figurinos de Maria Grazia Chiuri parecem ter sido pintados na pele, em sutis jogos de transparências.  Os elementos florais, com cores surpreendentes, sublimam os movimentos e compõem um jardim misterioso. Os corpos se misturam às plantas e às árvores.  A espinha dorsal nos faz pensar à simetria dos galhos, e as nervuras das folhas seguem as linhas originais dos músculos e das veias.  Um encontro poético com a natureza, inspirado nas teorias experimentais sobre o poder das energias invisíveis ou das forças vitais.  Essas alquimias fascinantes aliando magia, ciência e cultura, dança e moda, são apresentadas em um grandioso cenário natural, que se torna ainda mais extraordinário com a graciosidade das criações da Diretora Artística.

01 Agosto
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Mentes livres

A Dior revela a campanha da coleção prêt-à-porter Outono-Inverno 2019-2020 de Maria Grazia Chiuri, inspirada na elegância rebelde das Teddy Girls.

Diante das lentes de Brigitte Niedermair, as modelos Selena Forrest e Ruth Bell personificam o espírito engajado das criações da Diretora Artística. Verdadeira ode à sororidade, esta série de fotos, com cativantes efeitos abstratos, traça os contornos de uma feminilidade confiante, que veste camisetas com Sisterhood Is Global e Sisterhood Is Powerful em silk-screen associadas ao tailleur Bar, reinterpretado em um corte mais masculino. Símbolo da cultura britânica tão apreciada por Christian Dior, o tartã encontra o Toile de Jouy e a estampa de leopardo, códigos favoritos do estilista-fundador. Um manifesto do estilo segundo a Dior, marcado por preciosos acessórios no espírito alta-costura.

31 July
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30 Montaigne

Ecoando o histórico endereço onde o coração da Maison bate, a coleção 30 Montaigne, criada por Maria Grazia Chiuri, celebra o espírito atemporal desse “reino dos sonhos”. Em uma série inédita, apresentada na Dior Magazine, os ícones são desenhados no coração de um jogo marcado por curvas e linhas gráficas, pela arte da simplicidade e pela abstração elaborada pela fotógrafa Brigitte Niedermair. 

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