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Desfile Homme
Verão 2020

21 de junho de 2019 - Paris - 18h00 (GMT+2)

O passado é ressignificado no futuro. A noção de relíquia – a ideia de uma constante evolução, de uma investigação e de uma escrita da história – constitui o próprio fundamento das Maisons de Alta-Costura. Estas últimas simbolizam a relação viva, tangível, com um passado ilustre, com uma outra época: elas testemunham o poder da memória. Para a sua coleção Verão 2020, Kim Jones, Diretor Artístico das coleções masculinas da Dior, explora essa ideia em colaboração com o artista norte-americano Daniel Arsham, cuja obra questiona a arqueologia do nosso presente. O resultado celebra o patrimônio da Maison Dior, em constante evolução.

A arquitetura sempre foi essencial para Christian Dior, que imaginava criações de Alta-Costura estruturadas e teatrais, elaboradas como esculturas etéreas. Para essa coleção masculina, as formas são suaves, fluidas, leves e trabalhadas de acordo com técnicas típicas da escultura. O couro contracolado é ornamentado com detalhes, como um friso. O motivo Dior Oblique, em tom sobre tom e em degradê, evoca a arte do baixo-relevo. A paleta de cores, composta por tonalidades neutras – aparentemente desbotadas –, e por nuances intensas, desenha uma paisagem grandiosa.

Extremamente supersticioso, Christian Dior acreditava nos amuletos da sorte, no destino e no caráter mágico daquilo que nos rodeia.  Os códigos Dior, os ícones da Maison e os objetos do cotidiano que materializam seu patrimônio são transformados em relíquias icônicas. Lembranças do escritório de Monsieur Dior – como seu relógio ou seu telefone – foram revisitados por Daniel Arsham em um estilo inspirado em sua série artística Future Relics. 

Nesta primeira colaboração com a RIMOWA, Maison dedicada a bagagens de luxo, a Dior revela uma cápsula inédita composta por uma mochila, uma champagne case, uma mala de mão, uma minaudière e uma mala, ornamentadas com ranhuras em alumínio, código emblemático da Maison alemã. Confeccionada com um savoir-faire de excelência, esta edição especial “Dior et RIMOWA” lança mão de uma técnica inovadora que possibilitou inscrever, como uma assinatura indelével no centro do alumínio, o motivo icônico Dior Oblique apresentado em nuances vibrantes. Uma celebração ao trabalho do material, pedra angular deste desfile.

 

Para essa coleção Verão 2020, as criações de Kim Jones buscam suas raízes na história da Dior e na excelência de seu savoir-faire. Elas expressam também uma visão e um patrimônio contemporâneos.  A estampa de “jornais” da Dior, criada para o desfile de Alta-Costura Primavera-Verão 2000, é retrabalhada em parceria com Daniel Arsham.  A nova coleção entra em sintonia com o mundo atual através de uma seleção de novos elementos essenciais que destacam o espírito de modernidade incitado por Kim Jones.  O Tailleur Oblique, apresentado pelo Diretor Artístico em seu primeiro show, se transforma em casacos e jaquetas.  A bolsa Saddle empresta suas curvas míticas aos bavolets dos trenchs, enquanto os drapeados – que marcam a coleção Inverno 2019-2020 – surgem em tons degradês. Esses drapeados terminam suavemente na areia que cobre a passarela, sutilmente marcados pelo desgaste do tempo, ou destacam as lapelas dos casacos, como se fossem sombras projetadas.

O trabalho manual, essência da Alta-Costura, se destaca nessa coleção masculina.  Os Ateliês parisienses confeccionaram brumas de crepe georgette plissado que envolvem a silhueta, como se ela estivesse mergulhada em uma água saturada de pigmentos. Expressão da universalidade da Alta-Costura, motivos de Toile de Jouy foram pintados à mão por artesãos japoneses de Kyoto. Dois métodos que invocam outras épocas.
Hoje, o trabalho artesanal da Maison se junta ao trabalho de Daniel Arsham, com o qual Kim Jones mantém um diálogo criativo incessante e dinâmico. As peças foram pensadas simultaneamente pelos Ateliês e pelo artista, que também estudou os arquivos Dior.  Assim, ele projeta um futuro imaginário para transformar elementos dos arquivos em preciosas relíquias, reflexos de uma eternidade longínqua. Algumas criações foram prematuramente envelhecidas, erodidas e fragmentadas, como as joias de Yoon Ahn.  Os sapatos transparentes parecem esculturas, com suas meias visíveis no interior. Símbolos históricos da Dior, revisitados por Daniel Arsham, tornam-se moldes em gesso, retrabalhados em silicone para ornamentar os acessórios.

Perpetuando a tradição iniciada por Kim Jones de convidar artistas para reinterpretar a bolsa Saddle, Daniel Arsham moldou-a, como um artefato, para dar vida a novas bolsas, impressas em 3D, em edição limitada.  O logotipo Dior também foi metamorfoseado: ele surge em relevo, rachado e craquelado na superfície do tecido e entra em cena com as modelos que atravessam uma paisagem desértica, marcada por monólitos soletrando o nome "Dior".

Jogo entre passado, presente e futuro, projeção no que porvir, essa coleção explora a antecipação, a elasticidade do tempo, o olhar simultaneamente voltado a horizontes passados e futuros. 
A história não é estática, ela é dinâmica, volátil, viva. Esta coleção é uma homenagem à história da Dior: a que conhecemos e a que continuamos a escrever.

Entrevista com Peter Philips

Colaboração com Daniel Arsham

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